Terça-feira, 25 de Maio de 2010
Solidão
Aqui neste amontoado de nada,
procuro irradicar a solidão,
deste espaço escuro e frio.
Sem cortinas, olho a vidraça
esperando que sejas tu,
aquela que por ela passa.
Mas... mais uma vez,
perdido, no meio de tudo,
não vejo aquilo que sinto
e alimento a ansiedade.
Nas asas da imaginaçao,
procuro-te. Enquanto finto,
engano... a dor, a saudade.
O vazio que alastra em mim,
que até a alma me inunda,
passo o tempo... sem fim,
nesta solidão profunda.
E mesmo quando fantasio,
que estás comigo aqui,
Cá dentro sinto vazio,
Por não te poder ter a ti.




Amália Rodrigues - 1955 - Solidão


publicado por escrevernareia às 22:39
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