Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
Meu querido Avô


03-10-1919 a 08-02-2010

Estou triste por teres partido...
Mas feliz, porque sei que estás em paz com Deus.
Ele saberá recompensar-te, de tanto amor que nos deste.
Obrigado por nos teres ensinado a todos,
a amar a familia a cima de tudo.
Eu te agradeço o gosto pela escrita que herdei de ti.
Para sempre nos nossos corações.
Obrigado Avô Joaquim.


Beijinho.

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publicado por escrevernareia às 11:38
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6 comentários:
De Folhas de Andreza a 9 de Fevereiro de 2010 às 20:21
...a morte é uma lei universal,

a vida não existiria sem a morte,

a morte não existiria sem a vida...

assim como o sol precisa ir

para que a noite aconteça...

quando um amigo ou uma pessoa querida se vai,

não há motivo para sofrimento,

há motivo sim

para saudades dos bons momentos...

Paz em seus corações ♥♥♥


De Francisco Vieira a 9 de Fevereiro de 2010 às 20:23
Os meus sentimentos...

Se a tua consciencia ditar que ele viveu uma vida intensa e ainda que fizeste por ele o que podias, entao nao o chores. Sente-te honrado isso sim, por o teres tido na tua vida.

Abracos, amigo


De Luadoceu a 10 de Fevereiro de 2010 às 13:31
Os meus pesamos! Palavra que custa dizê-la, mas....enfim...é a vida...não é?
Como estas, mais familia?
Desejo continuação de uma boa semana,apesar da tua tristeza e saudade.
É bom relembrar quem merece ser relembrado, ele estara a pensar em ti e no teu coração com certeza.
Um beijinho com todo o respeito.
Luadoceu


De To Quim a 10 de Fevereiro de 2010 às 14:41
Muito obrigado pela solidariedade.

Bjs e Abraço


De Laurinha a 10 de Fevereiro de 2010 às 21:18
Quim,
"Apenas as palavras quebram o silêncio, todos os outros sons cessaram. Se eu estivesse silencioso, não ouviria nada. Mas se eu me mantivesse silencioso, os outros sons recomeçariam, aqueles a que as palavras me tornaram surdo, ou que realmente cessaram. Mas estou silencioso, por vezes acontece, não, nunca, nem um segundo. Também choro sem interrupção. É um fluxo incessante de palavras e lágrimas. Sem pausa para reflexão. Mas falo mais baixo, cada ano um pouco mais baixo. Talvez. Também mais lentamente, cada ano um pouco mais lentamente. Talvez. É-me difícil avaliar. Se assim fosse, as pausas seriam mais longas, entre as palavras, as frases, as sílabas, as lágrimas, confundo-as, palavras e lágrimas, as minhas palavras são as minhas lágrimas, os meus olhos a minha boca. E eu deveria ouvir, em cada pequena pausa, se é o silêncio que eu digo quando digo que apenas as palavras o quebram. Mas nada disso, não é assim que acontece, é sempre o mesmo murmúrio, fluindo ininterruptamente, como uma única palavra infindável e, por isso, sem significado, porque é o fim que confere o significado às palavras." (Samuel Beckett, in "Textos para Nada")

Teu lamento é meu lamento, juntos um só lamento.

Fica bem, bj


De To Quim a 11 de Fevereiro de 2010 às 11:30
Obrigado Laurinha.
Gostei de ler o texto, obrigado pela pesquisa.
Bj


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